
ENCENAÇÃO ALMENO GONÇALVES
CENOGRAFIA CARLOS BARRADAS
FIGURINOS RAFAELA MAPRIL
MÚSICA ANTÓNIO RAFAEL
ILUMINAÇÃO EL DUPLO
ELENCO
GONÇALO WADDINGTON
PAULA SOUSA
PAULO B.
PAULO OOM
RICARDO AFONSO
TERESA FARIA
Uma comédia sobre a hipocrisia, a ganância e a falsa moral; ao mesmo tempo uma critica mordaz à religião e à corrupção da autoridade.
Amilcar e Diniz assaltaram um banco, e que melhor lugar para esconder o saque do que o caixão da recém-falecida mãe de Amilcar? Com o que eles não contavam era com o Inspector Prudêncio (um polícia obtuso, de cérebro entorpecido e bolso corrupto), que se apresenta como sendo da Companhia das Águas, mas que está na verdade no encalço dos assaltantes e não deixará que nada lhe escape até que descubra a verdade (ou, pelo menos a "sua versão da verdade"); Fátima, a enfermeira da falecida senhora Sá Leal, sensual e sedutora, casada sete vezes e disposta a ser a próxima mulher do senhor Sá Leal; o próprio senhor Sá Leal, dividido entre o desgosto, o catolicismo puritano e o esforço para manter as aparências de um status social; e até a defunta senhora Sá Leal, embalsamada e guardada no armário parece ter influência nos acontecimentos quando a sua dentadura e um olho de vidro caiem das suas cavidades naturais...