imagens para a imprensa aqui

A NUVEM AVARIADA

A Nuvem Avariada
Autoria e encenação de Paula Sousa e João Ricardo

Pretende ser um espectáculo para toda a família; a técnica do actor assente na construção do palhaço (sem maquilhagem), a exploração do gag até ao limite e a linguagem poética como ponto de partida. Um cenário que terá árvores, uma piscina e a instalação de uma nuvem maquinada. Uma homenagem à fantasia, aos afectos, ao brincar e ao inventar para ser feliz.

 


Si
nopse

Era tal e qual um quadro, um quadro quadrado e inclinado; um pedaço de Terra muito verde onde cresceram duas amendoeiras que dão sempre flores e um pequeno lago com nenúfares lilases. No cimo desta encosta vivem duas irmãs gémeas, uma foi ilusionista e a outra “maestra” de um circo; vivem numa linda tenda de circo vestida com panos e tapetes de cidades de todo o mundo.

Um dia chegam da cidade, carregados com malas, o seu irmão e os seus dois filhos, para passar uns dias de férias no campo. Mas só encontram “as grandes incomodidades” da Natureza.

O equilíbrio ambiental fica em causa quando nenhum dos elementos desta família abdica dos seus “tiques” urbanos: sprays para tudo e para nada, toda a espécie de fumos, cheiros, barulhos e em que tudo trabalha electronicamente. Do lago é preciso desalojar os sapos para fazer uma piscina olímpica; a erva começa a cobrir-se de embalagens descartáveis. (...)

Até que um dia a Nuvenzinha, que aparecia todos os dias, ao passar engasga-se, avaria e tapa-lhes o Sol. Muitas tentativas para afastar a Nuvem e muitos esquemas que acabam sempre por meter muita água.

...Mas se calhar não era a Nuvenzinha que estava avariada, se calhar era preciso consertar o “Ciclo da Água”.

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Autoria e Encenação – Paula Sousa e João Ricardo

Interpretação – Ana Piu, Célia MSRamos, Emanuel Arada, Nuno Bernardo, Paula Só e Paula Sousa

Cenografia – a partir de uma ideia de Paula Sousa
em co-autoria com Víctor Sá Machado e Luiz Freitas

Figurinos – Rafaela Mapril

Música – Paulo Oom

Luz – El Duplo

Adereços – Víctor Sá Machado

Design Gráfico – Luís Silva

Imagem do Cartaz – Paulo Oom e Rafaela Mapril

Execução do cenário – Luiz Freitas, Ricardo Trindade e Victor Sá Machado

Colaboradores na execução do cenário – Bernadete Sant’Anna, Daniela Fava, Fernando Sousa, Graça Parracho, Luis Viegas, Maria C. P. Sá Machado, Palmira Parracho, Pape 5, Paula Sousa, Rafaela Mapril, Teresa Faria

Execução do Guarda Roupa – Alice Rolo, Ana Sabino, Helena Tavares, Graça Parracho, Palmira Parracho e Pape 5

Montagem e operação de luz – Luiz Freitas

Operação de som – Fernando Sousa

Contra-regra – Daniela Fava

Venda de espectáculos – Bernadete Sant’Anna

Secretariado – Daniela Fava

Divulgação – Teresa Faria e Daniela Fava

Produção – Teatroesfera

 

Estreia para escolas - dia 25 de Fevereiro
Estreia oficial - 4 de Março, às 21H30

Horários
Escolas:
2ª, 4ª e 6ª feira às 10H30 e às 15H, 5ª feira às 16H
Preço dos bilhetes: 3,50€

 Fins de semana:
Sábados às 16H e Domingos às 11H
Preço dos bilhetes: 5,00€

 Folga:
3ª feira

Fim da carreira do espectáculo no final de Maio.

Duração do espectáculo:
1 hora

 

A propósito...
“REVOLUÇÃO AZUL”

(...) “Água limpa e acessível é um bem único. Neste novo século, ainda não existe uma tecnologia capaz de fabricar água. Não pode ser substituída nem reproduzida, a água deve ser valorizada e salvaguardada.
(...) A comunidade internacional deve exercer os seus direitos e assumir as suas responsabilidades no que refere a fornecer água tanto aos ricos como aos pobres, a todos os utilizadores com interesses antagónicos; e deve fazê-lo de uma forma equitativa, fiável e a preços acessíveis.
(...) É vital consciencializar o mundo da importância da água para o desenvolvimento sustentável. Os povos do planeta devem melhorar o seu conhecimento do ciclo da água e, assim, aumentar a sua capacidade de gerir melhor este escasso recurso. Isto pode ser conseguido recorrendo aos conhecimentos adquiridos pela humanidade, para desenvolver e promover uma cultura de conservação e uma “revolução azul”.

Na sua mensagem especial, o Secretário-geral da ONU, em 22 de Março de 2000

 

Queluz = “Vale da Amendoeira”
“(...) A história de Queluz está desde sempre ligada a uma componente agrícola. Estando situada em terrenos extremamente férteis já o seu nome, que vem do Árabe Qá-lluz e que significa “ Vale da Amendoeira.”

(daí as nossas queridas amendoeiras no cenário).

“Ontem foi a água, berço da vida, que nos criou, nos alimentou e deu à luz.
Hoje é da água que somos feitos, nuvem protectora, chuva que nos mata a sede, lençol oculto que nos aconchega e sossega.
Amanhã será ainda a água que vamos proteger, como à vida, como ao nosso filho mais precioso, que nos sobreviverá!”

Paula Sousa